MENU
Fechar
Plataforma da Gestante Serviços Ginecológicos Serviços Obstétricos Agende sua Consulta Instagram Cadastro de Paciente Painel do Médico Política de Privacidade Equipe Fale Conosco

A adenomiose pode virar câncer uterino? - Dr. Alison Moriyama

Dr. Alison Moriyama | Ginecologia e Obstetrícia

O que é Adenomiose?

Informações com Dr. Alison Moriyama – Ginecologia e Saúde da Mulher

A adenomiose é uma condição benigna do útero caracterizada pela presença de tecido endometrial (revestimento interno do útero) infiltrado no miométrio (camada muscular uterina). Essa invasão pode causar aumento do volume uterino e sintomas como dor e sangramento excessivo. Estima-se que a adenomiose afete entre 20% e 30% das mulheres, especialmente entre 40 e 50 anos, embora possa ocorrer em mulheres mais jovens.

Quais são os sintomas?

Os sintomas da adenomiose podem variar, sendo que algumas mulheres permanecem assintomáticas. Os sintomas mais comuns incluem:

  • Sangramento uterino anormal: Menstruações intensas e prolongadas (menorragia).
  • Dismenorreia: Cólicas menstruais intensas que podem começar antes e persistir após o período menstrual.
  • Dor pélvica crônica: Desconforto constante na região inferior do abdômen.
  • Dispareunia: Dor durante as relações sexuais.
  • Infertilidade: Dificuldade para engravidar, possivelmente devido à alteração da anatomia uterina.
WhatsApp Agende sua Consulta

Como é feito o diagnóstico?

O diagnóstico da adenomiose é baseado na combinação de sintomas clínicos e exames de imagem, como ultrassonografia transvaginal com preparo intestinal e ressonância magnética da pelve. Em alguns casos, o diagnóstico definitivo só é confirmado após análise do útero removido cirurgicamente.

Quais são as opções de tratamento?

O tratamento da adenomiose depende da gravidade dos sintomas e do desejo reprodutivo da paciente. Opções incluem:

  • Terapia hormonal: Uso de DIU hormonal, anticoncepcionais orais combinados, anel vaginal, injetáveis ou implante de progesterona.
  • Anti-inflamatórios: Para controle da dor em períodos de crise.
  • Histerectomia: Retirada do útero, indicada para casos graves em mulheres que não desejam mais engravidar.

Quais são os riscos de não tratar?

Quando não tratada, a adenomiose pode causar prejuízos importantes à qualidade de vida da mulher, como anemia por sangramento intenso, dor pélvica crônica e infertilidade. Além disso, os sintomas podem piorar progressivamente com o tempo.

Adenomiose pode virar câncer uterino?

Apesar da preocupação comum, a adenomiose não se transforma em câncer. Trata-se de uma condição benigna, diferente do câncer de endométrio, que tem origem e comportamento distintos. No entanto, algumas mulheres com adenomiose compartilham fatores de risco hormonais com o câncer, como obesidade, diabetes, hipertensão e uso de tamoxifeno.

Essa confusão também ocorre porque mulheres com adenomiose realizam mais exames ginecológicos, o que pode levar ao diagnóstico incidental de outras condições, incluindo câncer.

Adenomiose e gravidez x infertilidade

Embora não se transforme em câncer, a adenomiose pode dificultar a gravidez em casos mais graves. Alterações na arquitetura do útero e inflamações crônicas podem interferir na implantação do embrião. Além disso, há risco aumentado de complicações durante a gestação, como aborto e parto prematuro.

Por isso, mulheres com adenomiose e desejo de engravidar devem manter acompanhamento regular com um ginecologista especializado em fertilidade.

Dúvidas Frequentes (FAQ) sobre Adenomiose

Qual a diferença entre adenomiose e endometriose?

Ambas envolvem o crescimento de tecido endometrial fora do local habitual. Na adenomiose, esse tecido invade o miométrio (camada muscular do útero), enquanto na endometriose, o tecido se implanta fora do útero, como nos ovários e intestinos.

A adenomiose pode afetar a fertilidade?

Sim. A adenomiose pode dificultar a implantação do embrião e aumentar o risco de abortos espontâneos, afetando a fertilidade.

Quais são os fatores de risco para desenvolver adenomiose?

Fatores incluem idade entre 40 e 50 anos, menarca precoce, ciclos menstruais curtos, uso prévio de contraceptivos hormonais, IMC elevado, multiparidade e cirurgias uterinas anteriores.

A adenomiose tem cura?

A histerectomia é considerada a única cura definitiva. No entanto, tratamentos conservadores podem controlar os sintomas em muitas mulheres.

É possível prevenir a adenomiose?

Não há métodos comprovados de prevenção primária, mas a intervenção precoce e o controle hormonal podem retardar a progressão da doença.

Entre em contato

Se você apresenta sintomas ou tem dúvidas sobre adenomiose, agende uma consulta com o Dr. Alison Moriyama para uma avaliação personalizada e segura.

Referências

Logo Rotacionando

Agende sua consulta com Dr. Alison Moriyama

Exame com excelência em Catalão.

WhatsApp Agende sua Consulta
Mapa WhatsApp

Este site usa cookies para melhorar sua experiência. Ao continuar navegando, você confirma que leu e compreendeu o Termo de Uso e Política de Privacidade .